sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Brizola vive.

Olha só. Quem entende de Física sabe que um estrago maior no cocuruto do ZeClétiko poderia ter sido produzido caso o arremesso da famigerada bolinha de papel A4 Chamex não reciclado fosse efetivado mediante o auxílio de uma baladeira, hipótese essa descartada pelos laudos periciais da UPP presente ao caso. Recomenda-se que o Serrax nunca mais pise em Campo Grande, bairro esse conhecido nacionalmente quando produziu, para Leonel Brizola, 412 votos (ou seja, 100%) em uma determinada urna naquela eleição de 1982, que, por pouco, a Globo não fradou, naquilo que ficou mundialmente conhecido como "ESCÂNDALO DA PROCONSULT". Refiro-me ao estadista Brizola, o mesmo que, em 89 - naquela eleição conhecida nacionalmente pela reexibição sistemática, pela Globo, das partes do último debate eleitoral que favoreciam Collor -, recomendou civicamente à sua militância que não anulasse o voto no segundo turno. Dalí por adiante, caminharíamos com o ''sapo barbudo''. Atitude essa beeem diferente da de Murina Silva após 3 de outubro. Nas horas mais difíceis, na hora em que a Nação cobra de ti uma postura para marcar o tempo, reconhecemos um estadista. Por isso, Brizola - o mesmo que a 'Globo' cansou de vender para o Brasil como eventual apoiador de bandido nos morros cariocas, uma vez que orientava a sua polícia para não fazer batida policial por lá - não morreu e jamais morrerá em nossos corações!
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