sábado, 1 de janeiro de 2011

Pangaré comenta a vitória de Marilson na São Silvestre 2010.

Deu no Yahoo Esportes, acerca da vitória de ontem, na São Silvestre:
Quatro anos depois, um brasileiro volta a vencer a São Silvestre. Frank Caldeira venceu em 2006 e, após três vitórias consecutivas do Quênia, o Brasil voltou hoje a vencer a prova mais tradicional do atletismo nacional com Marilson Gomes dos Santos.
O começo da prova foi disputado, mas dois atletas desgarraram do restante do pelotão: Israel dos Anjos, brasileiro, além do marroquino Mohamed El Hachimi conseguiram a fuga próximo à marca dos 3km.
Entretanto, o domínio não durou muito, e os dois não resistiram à pressão do grupo que era formado pelos principais atletas. Puxados por Marilson Gomes dos Santos, James Kwambai e Barnabas Kiplagat, o pelotão alcançou os dois líderem próximos ao sétimo quilômetro da disputa.
A partir daí, o duelo se tornou uma disputa particular entre Marilson Gomes dos Santos e Barnabas Kiplagat. Nove anos mais velho (Marilson tem 33, enquanto Kiplagat tem apenas 24), o brasileiro usou a experiência e soube dosar seu ritmo corretamente, assumindo a ponta próximo da marca de 10km e disparando à frente de Barnabas.
Com o tempo de 44min03s, Marilson não superou sua melhor marca na prova paulistana, conquistada no título de 2005, mas foi o suficiente para selar a conquista. Barnabas Kiplagat encerrou em segundo, com o atual bicampeão James Kwambai em terceiro. Giovani dos Santos foi o segundo melhor brasileiro, ficando com a quarta posição.
Marilson conquistou assim o seu tricampeonato em São Paulo. Anteriormente, ele já havia vencido em 2003 e em 2005. Nos anos seguintes, no entanto, ele abriu mão de disputar a São Silvestre, prova a qual ele confessou que não fizera qualquer preparação específica.

O ultramaratonista Fernando Pangaré assim se manifestou acerca da matéria:
" Nenhuma dúvida quanto a isso. Ele entrou na prova consciente da sua preparação e certo de um grande resultado.
Parabéns ao Marilson e a cada corredor anônimo desse Brasil, que, no dia-a-dia, a duras penas, luta e se mata para se manter de pé, correndo e ralando, sem, às vezes, sequer ter um tênis no pé para rodar ou a grana de uma determinada taxa de inscrição para entrar numa prova e fazer a festa.
De minha parte, sou grato a Deus, que me tem sido SUPORTE nesses anos difíceis de atletismo no Ceará.
Sem Ele, eu já teria soçobrado há muito tempo...
Com ele, permanecerei superando as adversidades e as curvas do caminho.
NEle, obterei sabedoria para digerir certos homens públicos à minha volta, gente que, de certo, sequer vale as fezes defecadas. Que Deus lhes tenha misericódia e me mantenha intrépido e ousado ".


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