sábado, 19 de novembro de 2011

Diplomacia.

Vem causando - e isso não espanta ninguém; acostumados já estamos - um certo rififi nas redes sociais a notícia de que, a pedido do Senado, o Itamaraty concedeu passaportes diplomáticos para o pastor Romildo Ribeiro Soares (R. R. Soares) e sua esposa.
A celeuma se origina no fato de que nenhum dos dois possuiria as prerrogativas legais que lhes possibilitassem tal contemplação: não exercem atividade parlamentar, tão pouco, ao Itamaraty seriam ligados.
Sem quaisquer defesa ou acusação religiosa, eu penso que são duas as circunstâncias, aqui, a serem trabalhadas e refletidas.
Inicialmente, se a lei afirma que o passaporte diplomático só pode ser concedido a funcionários do governo ou a autoridades que viajam em missão oficial representando o Brasil, R. R. e esposa não poderiam ser visitados pela citada concessão. Ponto pacífico. Não se discute.
Isso posto, sabemos ser a atividade social desse homem precípua em relação à transformações de vida.
Eu mesmo, hoje um desportista razoavelmente reconhecido no cenário sul-americano, fui contemplado pela ação restauradora do Evangelho.
Para resolver a questão, basta que se faça uma coisa, bem simples: que se modifique a lei, incluindo-se nela as categorias sociais que eventualmente, uma vez comprovada a relevância social do seu trabalho, poderão vir a ter acesso ao citado privilégio.
O meu nome é Fernando Pangaré. Corro desde 1980. Sou Recordista Cearense de Quilometragem Acumulada. Embarco no próximo dia 7 pra Caracas.
Graças a Deus.
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